Aroma.Silêncio.
Tato.
Tremeluzir das palavras que iluminam os passos.
Lufada: uma pluma reluta cair.
Redemoinhos.
Redes.
Moinhos.
Moendas.
Desejos.
Do silêncio,
O aroma.
Do Tato,
Tu.
Pele: luz de bronze que anuncia folhas macias orvalhadas que almejam toques sutis;
Cheiro: noite serena trapeira que persiste em minhas narinas e me narcotiza;
Olhar: orladura libidinosa que é capricho triguenho da perfeita criação;
Voz: audiência harmoniosa e outonal no aconchego de um ninho.
Amanho.
Amálgama.
Amante.
Teu aroma é a taça do silêncio do meu tato estagnado que, dúctil, te possui, e
Cada Taça que bebo do teu aroma é um Rio que desponta Na fonte dos meus desejos mais devassos.
C.J. Maciel
P.S.: Esta poesia está devidamente registrada em cartório no nome do autor. Toda reprodução sem a devida autorização sofrerá as sanções penais previstas em lei.
2 comentários:
Mais uma pra minha coleção,Adorei essa tb,não vou nem falar muito pois eu sou suspeita em falar,vc sabe!!!bjus p vc!Saudades!!!
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