quinta-feira, julho 20, 2006

Pele Segura


Leva-me ao seio da tua serenidade,
Para que me assegures que não tenho o que temer.

Traga-me a tua segurança enquanto sinto o cheiro inebriante da tua pele
Que me envolve, e esquenta, esquenta, esquenta...
E assegura a sombra e a tranquilidade que só encontro em teus olhos de fogo.

Eleva-me até onde estás,
Tranqüilize-me !
Enquanto recosto meu rosto em teu seio macio e efervecente,
Na esperança de não poder mais dexar de te sentir,
No furor dos meus desejos,
No silêncio dos teus lábios,
No adormecer dos dois vulcões.

C.J.Maciel
Esta poesia está devidamente registrada e toda e qualquer repodução sem a devida permissão está proibida e, em caso de publicações, citações ou até mesmo reproduções quaisquer sofrerão as sanssões previstas em Lei.

terça-feira, abril 18, 2006

Foi-se




Se a palavra que foi dita não basta, foi-se,
Se não é mais e hoje era, foi-se,
Se o olhar do justo já não basta, foi-se,
Foi-se em tudo, foi-se tudo, foi-se em tudo,
Foi-se.

Se há exceção na regra, foi-se,
Se quebrar a aliança, foi-se,
Se o que vejo já não mais é, foi-se,
Foi-se em tudo, foi-se tudo, foi-se em tudo,
Foi-se.

Se o perscrutar a verdade já não é, mas foi-se,
Prevalece tudo com o malhete pérfido,
O malhete malha-te,
Malhe-te,
Malha-te o malhete e,
Foi-se em tudo, foi-se tudo, foi-se em tudo,
Foi-se.

Se não há justiça perene, foi-se,
Só turramos à toa, mas, antes o contrário fosse,
É que só se pode precatar com o que se tem nas mãos,
Por isso que sempre vejo nos malhetes da vida o foi-se
O foi-se em tudo,
Foi-se tudo,
Foi-se em tudo,
Foi-se.

C.J.Maciel


P.S.: Esta poesia está devidamente registrada em cartório no nome do autor. Toda reprodução sem a devida autorização sofrerá as sanções penais previstas em lei.

Chose

Je veux,
Nous avons pu,
Si vous avez besoin de quelque chose, appelez-toi!
Je pouvais
Nous pouvions
En vérité, la fenêtre de la vie C’est l’art de le chose.
Que je descende,
Que je monte,
Que tout le monde permette,
Que nous permittions le chose,
Que je sache,
Que nous sachions,
De toute façon,
Que vous sachiez la condition de le chose de l’art,
La vie,
La chose.


C.J.Maciel


P.S.: Esta poesia está devidamente registrada em cartório no nome do autor. Toda reprodução sem a devida autorização sofrerá as sanções penais previstas em lei.

TAÇA DO SILÊNCIO.

Aroma.
Silêncio.
Tato.

Tremeluzir das palavras que iluminam os passos.
Lufada: uma pluma reluta cair.

Redemoinhos.
Redes.
Moinhos.
Moendas.
Desejos.

Do silêncio,
O aroma.
Do Tato,
Tu.

Pele: luz de bronze que anuncia folhas macias orvalhadas que almejam toques sutis;
Cheiro: noite serena trapeira que persiste em minhas narinas e me narcotiza;
Olhar: orladura libidinosa que é capricho triguenho da perfeita criação;
Voz: audiência harmoniosa e outonal no aconchego de um ninho.

Amanho.
Amálgama.
Amante.

Teu aroma é a taça do silêncio do meu tato estagnado que, dúctil, te possui, e
Cada Taça que bebo do teu aroma é um Rio que desponta Na fonte dos meus desejos mais devassos.

C.J. Maciel

P.S.: Esta poesia está devidamente registrada em cartório no nome do autor. Toda reprodução sem a devida autorização sofrerá as sanções penais previstas em lei.

quarta-feira, abril 05, 2006

Rain drop


"Joyfull moments come into my Mind,
As a rain drop it falls becoming adry,
Through the life winds they fly as a butterfly,
Going up and Down and changing my Sight".

C.J.Maciel

All rights reserved to the author C.J.Maciel

terça-feira, abril 04, 2006

Olhos de Lua


Se me olhas, com que olhos me vês?
Se me enxergas e me atormentas,
O que posso fazer?

Inerte, vejo e desejo a imagem tua,
Em meu lamento eterno e crescente, te vejo nua;
Iluminando minhas noites frias qual chorosa lua,
Que, sedenta, desce lenta para tocar seu mar que lhe esquenta e abraça.

Ó lua chorosa!
Antes fosse eu este teu mar,
Pois que, pelo toque das águas salgadas que saem dos teus olhos,
Misturar-me-ía ao teu luar,
Antes pudesse me ver com o espelho dos teus olhos,
Refletindo-te em minhas águas,
Para saber como me enxergas,
E não mais por teus olhos ser atormentado.

La muerte de mi alma


La muerte de mi alma,
Cierra la agonición de mi vida,
El amagón de vivir pero en un antro,
¡Quiero salir!
Anublar la poesia de mi ser,
Soy un balula deseando vivir, bolichear,
No veo la hermosura de la vida, además,
Estoy escaso...
¡Ándalo!
¡Quiero salir!
Estoy listo ahora para el alegrón,
Pero no lo quiero con prontitud,
Si no es verdad, está bien hallado o inventado,
¿Mi liberdad?
La quiero, pero estoy en mi antro,
¡Quiero salir!
¡Quiero salir!
Escúcha mi grito dentro de mi antro: ¡Auxílio!
Mi tierra está lista para espacir las semillas de tu voz,
¿Palabrería vana?
Solo quiero salir.
¡Ven!
Estoy andando por el borde de mi antro,
¡Enséñame a salir!
¡Quiero salir!
¡Quiero salir!
C.J.Maciel
Todos los derechos son del autor C.J.Maciel

Room


Gleaning and glimpse glitch,
Hacking a hallow cracked room,
Rather than cram my lonely croon,
Thine critter, I shan`t from the dark loom.
Lorgnette glasses remind single-handedly wistful diddles,
From Thine presence in the room, dittos,
All around I see Thine look,
Thine muffled silhouette hark back to me a sook.
Haunting voices, gestures in a musty room,
Scratchy nails from the corners, woos,
Thine presence flounces out every nook a cranny,
My nimble mind niggles me, tacky,
From Thine presence,
I give way to it,
And I Shall mourn, ordeal, unhappy.
C.J.Maciel
All rights reserved to the author C.J.Maciel.

Thine Absence

Grief for this naughty Fellings,
Seasoning my heart, my meanings,
Looking up to the Fatal Edgings,
From my life, my thoughts, Perjurings.
Lengthning my herm it try,
That makes me so down, so Adry,
Otherwise waves and winds Quantify,
My tears, Thine voice, Thine touch, Thine presence into mine.
Graving thine eyes in my shadow
Thou art my waves, my griefing fellings, callow,
My admonished heart is gloomy now,
`Cause agony has replaced love,
And it is Thou.
C.J.Maciel
All rights reserved to the author C.J.Maciel

domingo, abril 02, 2006

Toga

Quer atirar a primeira pedra?
"Só não digo que deverias se olhar em um espelho antes de atirar a tua primeira pedra em mim, porque o espelho reflete o contrário da imagem posicionada na frente dele. Logo, esperar-se-ía que tal imagem se mostrasse de modo perfeito, o que seria, no mundo epistêmico, até que me prove o contrário, uma imagem mentirosa". C. J. Maciel.
Sou minha própria denúncia,
O meu próprio juiz,
Sou as testemunhas,
De tudo que fiz.

Sou minha condenação,
A minha anistia,
Minha aniquilação,
Ou, quem sabe,
Só hesitação.

Sou meu próprio disfarce,
Engano-me,
Minto-me,
Troco de máscara...

Olho-me no espelho e me vejo,
Vejo as minhas máscaras que caem lentamente uma a uma...

As máscaras são minhas, minhas,
Elas são minhas e só servem para os outros.
Será?

Na minha própria denúncia coloco uma vírgula,
Para que amanhã eu mesmo me absorva.

Afinal, sou juiz de mim mesmo,
Sou testemunha,
Sou gracejo,
Sou advogado do medo,
Que desvenda segredos,
Que acinzenta o colorido da falsa verdade,
Abandonando o medo de ser Ela,
Assumindo a verdadeira face de mim,
Sendo minha própria denúncia,
Meu próprio juiz,
Minhas testemunhas...
O que falei não lembro,
Lembro de quase tudo que fiz.
Claro que minto.
Minto por que me mentem,
Mentem,
Mente...

Monte nas celas dos cavalos místicos da linha que separa a mentira da verdade,
Seja sua própria denúncia,
Sua verdade,
Use suas máscaras e não às minhas,
Disfarce o quanto quiser,
Não espere por mim...
Coloque suas próprias vírgulas em suas próprias sentenças...

Sou juiz de mim mesmo,
Seja juiz de si mesmo,
Denuncio-me,
Denuncie-se!
Julgo-me,
Julgue-se!
Testemunho-me,
Testemunhe-se...

Absorvo-me das máscaras que me fizeram usar...

C. J. Maciel

Conversa ao pé do ouvido

Aqui, dedico meus sentimentos a todas as Mulheres que querem o fogo ardente do desejo diariamente. Espero que cada uma das mulheres no mundo sinta gozos intensos e realize cada uma de suas fantasias sexuais, quer fiquem estas "realizadas" só no mundo das vontades ou, realizadas de fato e de direito no Mundo do mais puro prazer sexual infindo e prazeroso que é feito entre duas pessoas que estão tomadas pelo mais puro tesão
- ou, ainda, quem sabe, por mais de duas pessoas no mesmo ambiente.
Fantasiar não faz mal a ninguém!




Quero fazer tua pele tremer,
Evaporar o suor dos desejos,
Gemer as dores que não são dores,
Por que se confundem com teu gozo.
Quero dominar teus olhos,
Acariciar teu ventre,
Lamber teus pelos,
Morder tua nuca,
Beijar teus olhos,
Sussurrar em tua boca,
Falar aos teus ouvidos o nome que mereces.
Delicadamente, sugar teus ouvidos,
Segurar teu corpo com força,
Apalpar e, às vezes, amassar teus seios,
Sentir teu calor,
Saber teus anseios.
Criar contigo os gemidos mais loucos,
Na Odisséia dos deuses antigos,
No Maremoto dos lençóis secos,
Não deixar você descansar.
Ser a harmonia da tua orquestra,
Ser maestro e regente de tuas curvas,
Tocar bem teus instrumentos,
Explorar os batuques e expressões do teu corpo nu.
Sem descanso, no balanço,
Amarrar tuas mãos ao pé da cama,
Te fazer a minha escrava,
Explorar os teus caminhos,
Entrar nas grutas do teu destino,
Aflorar os teus instintos secretos.
E cavar aqueles mais escondidos.
Sentir o gosto de teu mel,
Ir buscá-lo com minha língua
Entre as pernas, tão sedenta,
Só desejas sentir e dar
Aquilo que meu corpo precisa.
Segure-se e venha,
Equilibre-se em mim,
Quero estar nas tuas entranhas,
Quero que venhas de frente,
Pois que desejo encarar teus olhos,
Te fazer chorar de gozo,
E sorrir por que queres mais,
Te fazer desfalecer com meu membro quente
No chamariz de tua gruta e te fazer gritar: mais!
Quero te fazer minha,
Poseidon que não me deixa retornar ao real.
Quero inundar teu ventre com meu sangue quente
Não parar de te dar nomes,
Segurar firme em teus cabelos,
Desfalecer contigo,
Adormecer e acordar contemplando tua beleza,
Para, logo depois, te possuir novamente, com desejos mais quentes,
E continuar na Odisséia do amor, do sexo, dos desejos, da vontade,
De tudo que queremos fazer um com o outro,
Dar lugar ao animal, esquecer o racional,
Sem pudores e com gozos,
Vivermos a interminável Epopéia de dois personagens que na cama só são um.


C. J. Maciel

NOTA: Esta forma poética está devidamente registrada em cartório no nome do autor. Toda reprodução sem a devida autorização sofrerá as sanções penais previstas em lei.

Oração Peniana

"Se tivermos algo a dizer, não digamos com palavras. A menos que elas sejam escritas com o furor sincero de nossas ações". C.J.Maciel

Aqui, apresento uma oração matinal nada convencional em homenagem à perfeição da criação.
Paráfrase: "Se Deus criou algo melhor do que o sexo bem feito, ainda não manifestou aos Homens". C.J.Maciel

Paz na terra às Mulheres Boas e de boa vontade!


Oração Peniana

Vagina linda que me leva aos céus,
Santificado seja o teu néctar,
Venha a mim com tua carne quente,
Satisfaças as tuas vontades,
E não desperdices nenhuma gota do teu santo mel.

O teu gozo de cada dia dá-me hoje,
Perdoai das masturbações, as ofensas,
Assim como perdoo as vaginas castas que me tem ofendido,
Não me deixes só morrendo na mão,
Mas envolvas completamente meu Pênis,
Amém!

C.J.Maciel

NOTA: Esta oração está devidamente registrada em cartório no nome do autor. Toda reprodução sem a devida autorização sofrerá as sanções penais previstas em Lei.

Quero, antes de mais nada, dizer-lhes que esta é uma manisfeção Literária pacífica dentro dos moldes de um discurso religioso aleatório, sem acusações ou exemplificação desta ou daquela religião. Toda e qualquer coincidência com algum discurso religioso, foi, deveras, intencional e muito bem pensado.

Viva a manifestação das formas de se fazer Literatura!

"A Vida imita a Arte e a Arte imita a Vida". Não sei quem disse isso, mas é isso mesmo que a frase diz!

Aproviete e veja a versão Feminina desta oração no Blog de uma Portuguesa Chamada Alice, no endereço:

http://alicemoraaqui.blogspot.com/2006_03_01_alicemoraaqui_archive.html

Click no título ORAÇÃO ou procure por lá, ok?

sexta-feira, março 31, 2006

Grãos de Areia


Escolho andar nas ruas
Cujas pedras se fazem sentir e,
Os pés descalços, apalpam
Os grãos de areia
Que tornam o andar lento e prazeroso.

Grãos de areia tomam os pés.

O vento que acolhe o corpo,
Não pede licença para sussurrar aos ouvidos,
O som do nu que me toma a alma e espalha a areia.

Com os olhos fechados, pausa.

O cheiro do vento
De braços abertos,
O vôo da liberdade
Que toma minha mente e
Se faz Onipresente,
Desnuda a alma nas imagens misturadas que os grãos de areia
Trazem das solas dos pés ao coração.
C.J.Maciel


NOTA: Todas as poesias aqui apresentadas estão devidamente registradas em cartório no nome do autor C.J.Maciel. Por tanto, toda e qualquer reprodução sem a devida autorização do referido autor sofrerá as sanções penais previstas em Lei.

Segredos


Mar,
Chama de espumas claras,
Ressumar da superfície calma,
Tesouros escondidos que ardem no fundo do peito, espalhas.

As ondas embalam
Aos seus ritmos, o coração esgurido,
Que canta segredos ao seu mar
E, secando-se, se revela marisma.

Lamaçal salino que cristaliza segredos,
Conserva-os em pedras,
Salinas sagradas secretas que se evaporam com o tempo junto ao vento,
Vão às nuvens e se mostram,
Retornam ao mar e se escondem.

As ondas deste mar gritam,
A Nona sinfonia marítima, algum segredo, revela.
Mar de pedras cortantes,
Mar salino de segredos que matam,
Tensão dos segredos que, aos poucos, são descobertos.

Antes mar tranqüilo, hoje mar revolto.
Toda tempestade vem para trazer estrondos,
Ressumar o marasmo dos segredos,
Re-formar o fundo do mar quedo,
Dar-lhe nova forma,
E revelar a dor de outras belezas impensáveis.

O mar chora
Quando as lágrimas quebram as pedras salinas secretas.
Vagarosamente, quebram segredos cristalizados,
Mostram o quinhão da verdade: o secreto,
O Escandir dos segredos que guardava.

Eterno ressumar da vida:
Escansão dos segredos que, um dia, não mais estarão escondidos.
C.J.Maciel

NOTA: Todas as poesias aqui apresentadas estão devidamente registradas em cartório no nome do autor C.J.Maciel. Por tanto, toda e qualquer reprodução sem a devida autorização do referido autor sofrerá as sanções penais previstas em Lei.

Lírica d’alma


A calma d’alma,
Da mão, a palma,
No sepulcro, a calma,
De quem amou amar.

O sono eterno e certo,
Que aflora sendo calmo,
Não diz quem vai embora,
Só toma pelas mãos e leva,
Quem deseja mais, ficar.

Ai.
Quem me dera ter vida longa e certa,
Pra aprender da vida, a arte,
Transformar o bruto,
Amor de mártir,
Lapidar o coração.

Quero d’alma, o grito,
Eis a palma das mãos feridas,
Do furor da solidão.

Engana minh’alma, engana.
O Feitiço, o terror e o medo do amor me tomam,
Trazem segredos,
Que, de todo, não se querem revelar.

Infâmia da calma d’alma,
É cigana a minha alma,
Nos caminhos da alma calma, guie-me!
Ensines-me, minh’alma, a amar.
C.J.Maciel

NOTA: Todas as poesias aqui apresentadas estão devidamente registradas em cartório no nome do autor C.J.Maciel. Por tanto, toda e qualquer reprodução sem a devida autorização do referido autor sofrerá as sanções penais previstas em Lei.

quinta-feira, março 30, 2006

Dolores


Não chores,
Há dores suportáveis.
Suportáveis, suportáveis.
Momentos de perjúrio que se limitam ao sangue das lágrimas.

Há dores.
Dolores, sangras e suportas o prazer do choro conseqüente,
Do Absinto que se regenera e refaz o prazer do choro.

Dolores choras,
Dolores sangras,
Na alma,
Dolores mora.
C.J. Maciel
NOTA: Todas as poesias aqui apresentadas estão devidamente registradas em cartório no nome do autor C.J.Maciel. Por tanto, toda e qualquer reprodução sem a devida autorização do referido autor sofrerá as sanções penais previstas em Lei.

terça-feira, março 28, 2006

Síncope


Se na noite há paz, prefiro o dia.
Pois, o oposto dela me atrai.
Na noite, revela-se o que se esconde às luzes,
E é no agito que se faz achar o que jaz anoitecido nos sepulcros da Hipocrisia.
C.J.Maciel

Trans-Lucidez


Hoje, à luz que brilha,
À textura dos teus olhos, brilha.
Distante, trazes a luz forte e
Alicias os desejos,
Alcanças as carícias escondidas de um coração distante,
Só. À luz que brilha, trazes,
Salgas a comida que sacia minha fome, fomentas meus desejos;
Alivias a dor; dor do Só e
Trazes a luz que brilha sem ofuscar meus olhos,
Que descançam sob o mar de tua pele,
Às águas tranqüílas.
C.J.Maciel