Poesia, Prosa Poética, Contos, Livros, Publicações, Resenhas...
Blog destinado a publicar Reflexões, Pensamentos, Poesias, Prosas Poéticas, Contos, Livros, Resenhas Críticas e Pontos de Vistas Literários e gerais desenvolvidos por C.J.Maciel. Ferrammenta de contato direto com leitores Bloggers que são admiradores da Pensamentos outros e de Poesia e Literatura como meio fomentador de Cultura. Comente e deixe registrada a sua opnião. "Sem os Leitores e sem os seus preciosos comentários e interações sobre obras lidas, a Literatura se faz morta". C. J. Maciel.
quinta-feira, janeiro 26, 2012
Hoje é um dia comum, se você quiser que assim o seja. Mas, pense comigo: há muitos que desejam ter essa Segunda tão comum e não podem; há outros que não podem ter essa Segunda, mas a desejam. Ainda há aqueles cujos dias são os mesmos, pois não vêem o dia passar; sem contar com aqueles cuja saúde não lhes permite , se quer, ver ou sentir a variação das cores dos dias. É. Hoje, é Segunda-feira! Como é a sua Segunda? Como você quer que ela seja? Com ou sem variação? Alegre-se por ter esta Segunda-feira e transforme-a no dia em que você decidiu criar variações, transforme-a em um marco, um início de mais uma semana onde haverá aprendizados, reflexões, superações, ajuda, sorrisos e abraços. É. Hoje é Segunda-feira e alegre-se por isso! Faça dela uma sequência de dias onde todos serão contagiados por sua variação e pelo poder transformacional do seu Sorriso. Hoje, é Segunda-feira! Sorria para este dia e ele sorrirá pra você! Transforme-se, transforme o dia, vibre com ele, crie variações e vibrações diferentes e positividas porque hoje é Segunda-feira e, por isso, viva, viva este dia e viva aos dias que a seguem!
Hoje, só amanhã!
Hoje, só amanhã! Esta é uma frase intirgante, não é? Porém, nela há bem mais do que uma simples afirmação. Há projeções, planejamentos, metas a serem cumpridas, realizações de sonhos. Por ela e para ela devemos aprender a viver. Por ela devemos olhar e desejar dias melhores, fazer dias melhores. Para ela devemos sonhar, olhar para o dia de amanhã e já ter um plano de ação do que devemos e precisamo fazer. Lembremos que nossos sonhos estão entrelaçados com os sonhos de outras pessoas e, em alguns momentos, outras pessoas até dependem muito destes sonhos para fazer com que suas vidas tenham mais sentido. Olhemos para o dia seguinte com outros olhos, fazendo com que o dia de hoje tenha muito mais do que simples tarefas diárias a serem cumpridas. Por isso, hoje, só amanhã com muito mais competência e responsabilidade.
Como você se sente hoje?
Como você se sente hoje? No caminho para o trabalho vi uma cena que me fez refletir. Tentarei descrevê-la: uma senhora, feliz, de sorriso largo, morena clara, com uma roupa casual, uma bolsa de supermercado recostada ao peito, cabelos longos. Ela esperava o sinal abrir ao lado duas crianças cujas idades permeavam 8 a 10 anos. Ambas igualmente sorridentes e felizes às 7 horas da manhã. Até aqui, nada fora do comum se não fosse o fato das crianças estarem tão felizes logo cedo. Dificilmente vemos crianças felizes por terem acordado às 7 da manhã em pleno período de férias escolares. Nada incomum a não ser por um detalhe: a mulher era cadeirante e um dos filhos, o que parecia mais velho, também. O outro não apresentava qualquer sinal de necessidades especiais. Pensei: esta cena deveria ser gravada para que pudéssemos assisti-la todos os dias logo cedo, de manhã, só pra nos fazer ver que ainda precisamos aprender a viver melhor e de maneira mais feliz. Daí, volto a perguntar: como você se sente hoje?
Nossa Força, somos fortes!
Como você usa sua força? Todos somos fortes e isto é um fato. Podemos ter uma personalidade, uma mente forte, sentimentos fortes, ideias fortes, podemos ser fortes fisicamente e até espiritualmente. Mas, o que fazemos com esta dita Força precisa de uma reflexão maior; como, onde e quando usamos essas Forças? Para onde a canalizamos? Hoje fui ultrapassado inusitadamente. Entrei corretamente, em oportunidade de fato, dirigindo em uma larguíssima via principal de mão dupla e fui recriminado por uma pessoa que ficou todo o percurso tentando me ultrapassar e, quando o fez, emparelhou-se comigo, olhou pra mim com olhos de fuzilamento, com um sorriso largo e sarcástico de satisfação; um verdadeiro ar de conquista. Pensei: o que fiz para acionar este sentimento? Ao meu ver, nada. No ponto de vista dela, tudo. É. Fiquei perplexo! Pensei: preciso canalizar melhor minhas forças... O que posso aprender com este fato? Somos todos fortes de uma maneira ou de outra. O que devo e posso fazer com a força que tenho? Sim, porque acredita-se que seria melhor se canalizássemos forças para ultrapassar nossos próprios limites, seria melhor se usássemos nossas forças, nossas vontades, nossos desejos em prol de uma superação pessoal e profissional, para construirmos um dia melhor. Não recrimino esta pessoa, nem a condeno. Aproveitei para aprender algo novo e para pensar no tanto de força que temos dentro de nós. Aproveitei para pensar que quando queremos, persistimos e montamos estratégias, conseguimos nossos objetivos sejam estes maiores ou menores, diários, semanais, mensais ou anuais; que podemos chegar em qualquer lugar, basta canalizarmos nossas forças da maneira certa. É preciso aprender a usar esta força interna que tenho dentro de mim para refazer diariamente meus conceitos, minhas metas, meus objetivos e minhas estratégias para ser uma pessoa melhor, para que o meu dia seja melhor. E você? Como você usa sua força? Muita luz, paz e harmonia.
terça-feira, janeiro 24, 2012
Nós e as Estações
Você já observou que o clima não está nada bom? Esta afirmação vem bem a calhar em nossa vida diária. É que somos pessoas de climas, de estações assim como o é o Ano inteiro. Em alguns momentos estamos Outono com um tom meio triste e, em outros, somos pleno Verão deflagrando alegria. Há pessoas que são frias como o Inverno e outras que florescem o tempo inteiro como a Primavera. É. Talvez o que se fala por aí seja verdade: somos o momento e o momento nos cria, nos reforma, nos transforma. Até que há um senso comum nesta afirmação porque em um só momento podemos olhar, contemplar, refletir, decidir e fazer e mudar a vida de muitas pessoas, inclusive a nossa própria vida. Tudo ao mesmo tempo. Assim também são as estações do ano que em poucos momentos e rapidamente modifica a vida de muitos; mexe com o cotidiano, com a rotina. É. Temos este poder também, somos pessoas de climas diferenciados assim como são as estações. Que seja! Se assim o for, sejamos e modifiquemos o cotidiano das pessoas de forma positiva e sem exageros. Sejamos estações, modifiquemos, façamos isso com a serenidade do Outono, com a alegria da Primavera, com a liberdade do Verão e com o aconchego do Inverno.
sábado, janeiro 21, 2012
Vamos Refletir! "Não é a consciência do homem que lhe determina o ser, mas, ao contrário, o seu ser social que lhe determina a consciência". Karl Marx. Há tradutores que trocam 'determina' por 'permite' e considerando o "permite" mais a cara de nosso amigo Mark que, em outra versão, considera que é bom vermos o Ser, o Indivíduo, se portando ante o coletivo do Ser Social pois por Ele ( o Ser ) cria-se uma sensação de justiça que lhe julga os atos a partir de referências outras existentes na Sociedade; aquelas que nos são impostas desde criança. Nosso Titio antigo Max indica que o ser social está ligado a existência do próprio Homem, aos meios onde vive, ao que é exposto, aos modos de produção a que está submetido. Para ele, são estes modos que produzem os bens materiais necessários à vida humana, a saber, por exemplo, os geradores das grandes mudanças históricas. Por isto, diz-se que somos seres únicos, seres históricos e fazemos história. O que isso quer dizer, afinal? Talvez que, se encontramos condições socias pré-definidas, criamos uma tendência a pré-conceitos, há heranças morais, a valores. Nosso papai da Sociedade apenas pede que reflitamos mais antes de tecermos comentários, de julgarmos ou predefinirmos valores morais, éticos e religiosos. Flexibilizemos! É... e pensar que tem gente que, se quer, leu "O Manifesto" e fala, e defende a Sociedade! Falo de Políticos e não de pessoas! Marx apenas pede que repensemos o herdado antes de massacrarmos as heranças alheias. Em outras palavras: Tenhamos mais tolerância! Avante!
quinta-feira, julho 20, 2006
Pele Segura
Traga-me a tua segurança enquanto sinto o cheiro inebriante da tua pele
Que me envolve, e esquenta, esquenta, esquenta...
E assegura a sombra e a tranquilidade que só encontro em teus olhos de fogo.
Eleva-me até onde estás,
Tranqüilize-me !
Enquanto recosto meu rosto em teu seio macio e efervecente,
Na esperança de não poder mais dexar de te sentir,
Na esperança de não poder mais dexar de te sentir,
No furor dos meus desejos,
No silêncio dos teus lábios,
No adormecer dos dois vulcões.
C.J.Maciel
Esta poesia está devidamente registrada e toda e qualquer repodução sem a devida permissão está proibida e, em caso de publicações, citações ou até mesmo reproduções quaisquer sofrerão as sanssões previstas em Lei.
terça-feira, abril 18, 2006
Foi-se

Se a palavra que foi dita não basta, foi-se,
Se não é mais e hoje era, foi-se,
Se o olhar do justo já não basta, foi-se,
Foi-se em tudo, foi-se tudo, foi-se em tudo,
Foi-se.
Se há exceção na regra, foi-se,
Se quebrar a aliança, foi-se,
Se o que vejo já não mais é, foi-se,
Foi-se em tudo, foi-se tudo, foi-se em tudo,
Foi-se.
Se o perscrutar a verdade já não é, mas foi-se,
Prevalece tudo com o malhete pérfido,
O malhete malha-te,
Malhe-te,
Malha-te o malhete e,
Foi-se em tudo, foi-se tudo, foi-se em tudo,
Foi-se.
Se não há justiça perene, foi-se,
Só turramos à toa, mas, antes o contrário fosse,
É que só se pode precatar com o que se tem nas mãos,
Por isso que sempre vejo nos malhetes da vida o foi-se
O foi-se em tudo,
Foi-se tudo,
Foi-se em tudo,
Foi-se.
C.J.Maciel
P.S.: Esta poesia está devidamente registrada em cartório no nome do autor. Toda reprodução sem a devida autorização sofrerá as sanções penais previstas em lei.
Chose

Je veux,
Nous avons pu,
Si vous avez besoin de quelque chose, appelez-toi!
Je pouvais
Nous pouvions
En vérité, la fenêtre de la vie C’est l’art de le chose.
Que je descende,
Que je monte,
Que tout le monde permette,
Que nous permittions le chose,
Que je sache,
Que nous sachions,
De toute façon,
Que vous sachiez la condition de le chose de l’art,
La vie,
La chose.
C.J.Maciel
P.S.: Esta poesia está devidamente registrada em cartório no nome do autor. Toda reprodução sem a devida autorização sofrerá as sanções penais previstas em lei.
Nous avons pu,
Si vous avez besoin de quelque chose, appelez-toi!
Je pouvais
Nous pouvions
En vérité, la fenêtre de la vie C’est l’art de le chose.
Que je descende,
Que je monte,
Que tout le monde permette,
Que nous permittions le chose,
Que je sache,
Que nous sachions,
De toute façon,
Que vous sachiez la condition de le chose de l’art,
La vie,
La chose.
C.J.Maciel
P.S.: Esta poesia está devidamente registrada em cartório no nome do autor. Toda reprodução sem a devida autorização sofrerá as sanções penais previstas em lei.
TAÇA DO SILÊNCIO.
Aroma.Silêncio.
Tato.
Tremeluzir das palavras que iluminam os passos.
Lufada: uma pluma reluta cair.
Redemoinhos.
Redes.
Moinhos.
Moendas.
Desejos.
Do silêncio,
O aroma.
Do Tato,
Tu.
Pele: luz de bronze que anuncia folhas macias orvalhadas que almejam toques sutis;
Cheiro: noite serena trapeira que persiste em minhas narinas e me narcotiza;
Olhar: orladura libidinosa que é capricho triguenho da perfeita criação;
Voz: audiência harmoniosa e outonal no aconchego de um ninho.
Amanho.
Amálgama.
Amante.
Teu aroma é a taça do silêncio do meu tato estagnado que, dúctil, te possui, e
Cada Taça que bebo do teu aroma é um Rio que desponta Na fonte dos meus desejos mais devassos.
C.J. Maciel
P.S.: Esta poesia está devidamente registrada em cartório no nome do autor. Toda reprodução sem a devida autorização sofrerá as sanções penais previstas em lei.
quarta-feira, abril 05, 2006
Rain drop
terça-feira, abril 04, 2006
Olhos de Lua

Se me olhas, com que olhos me vês?
Se me enxergas e me atormentas,
O que posso fazer?
Se me enxergas e me atormentas,
O que posso fazer?
Inerte, vejo e desejo a imagem tua,
Em meu lamento eterno e crescente, te vejo nua;
Iluminando minhas noites frias qual chorosa lua,
Que, sedenta, desce lenta para tocar seu mar que lhe esquenta e abraça.
Ó lua chorosa!
Antes fosse eu este teu mar,
Pois que, pelo toque das águas salgadas que saem dos teus olhos,
Misturar-me-ía ao teu luar,
Antes pudesse me ver com o espelho dos teus olhos,
Refletindo-te em minhas águas,
Para saber como me enxergas,
E não mais por teus olhos ser atormentado.
La muerte de mi alma

La muerte de mi alma,
Cierra la agonición de mi vida,
El amagón de vivir pero en un antro,
¡Quiero salir!
Anublar la poesia de mi ser,
Soy un balula deseando vivir, bolichear,
No veo la hermosura de la vida, además,
Estoy escaso...
¡Ándalo!
¡Quiero salir!
Estoy listo ahora para el alegrón,
Pero no lo quiero con prontitud,
Si no es verdad, está bien hallado o inventado,
¿Mi liberdad?
La quiero, pero estoy en mi antro,
¡Quiero salir!
¡Quiero salir!
¡Quiero salir!
Escúcha mi grito dentro de mi antro: ¡Auxílio!
Mi tierra está lista para espacir las semillas de tu voz,
¿Palabrería vana?
Solo quiero salir.
¡Ven!
Estoy andando por el borde de mi antro,
¡Enséñame a salir!
¡Quiero salir!
¡Quiero salir!
¡Quiero salir!
C.J.Maciel
Todos los derechos son del autor C.J.Maciel
Room

Gleaning and glimpse glitch,
Hacking a hallow cracked room,
Rather than cram my lonely croon,
Thine critter, I shan`t from the dark loom.
Lorgnette glasses remind single-handedly wistful diddles,
From Thine presence in the room, dittos,
All around I see Thine look,
Thine muffled silhouette hark back to me a sook.
Haunting voices, gestures in a musty room,
Scratchy nails from the corners, woos,
Thine presence flounces out every nook a cranny,
My nimble mind niggles me, tacky,
From Thine presence,
I give way to it,
And I Shall mourn, ordeal, unhappy.
C.J.Maciel
All rights reserved to the author C.J.Maciel.
Thine Absence
Grief for this naughty Fellings,
Seasoning my heart, my meanings,
Looking up to the Fatal Edgings,
From my life, my thoughts, Perjurings.
Lengthning my herm it try,
That makes me so down, so Adry,
Otherwise waves and winds Quantify,
My tears, Thine voice, Thine touch, Thine presence into mine.
Graving thine eyes in my shadow
Thou art my waves, my griefing fellings, callow,
My admonished heart is gloomy now,
`Cause agony has replaced love,
And it is Thou.
C.J.Maciel
All rights reserved to the author C.J.Maciel
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